A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) descobriu irregularidades na Damatta Ltda., empresa fabricante de medicamentos. Apesar de autorizada a produzir remédios, a empresa não possuía as licenças necessárias para comercializar os produtos em questão.
De acordo com a Anvisa, a Damatta Ltda. infringiu os artigos 2º, 12 e 59 da Lei 6.360/1976, que regulamenta a vigilância sanitária no Brasil. Essas infrações estão relacionadas à ausência de licenças obrigatórias para venda de medicamentos, gerando preocupações sobre a segurança do consumidor.
A proibição inclui também restrições à propaganda e distribuição dos produtos irregulares. As penalidades incluem não apenas os fabricantes e vendedores, mas também quem divulga ou distribui esses produtos, aumentando a eficácia da fiscalização.
Um dos produtos envolvidos é o minoxidil, frequentemente usado para tratar queda de cabelo. O medicamento age como vasodilatador, aumentando o fluxo sanguíneo para o couro cabeludo e estimulando o crescimento capilar. É utilizado principalmente para tratar a calvície androgenética em homens e mulheres.
Apesar de seus usos legítimos, a venda irregular do minoxidil pela Damatta Ltda. apresenta riscos à saúde. Medicamentos sem registro pela Anvisa não passam por testes de segurança e eficácia adequados, podendo conter substâncias tóxicas ou dosagens incorretas.
"A utilização de medicamentos sem registro oferece riscos concretos à saúde dos consumidores."
declarou um representante da Anvisa.
Os riscos incluem falta de eficácia, reações adversas, interação medicamentosa, resistência bacteriana, agravamento da doença e até intoxicação. A Anvisa reforça a importância de adquirir medicamentos apenas em fontes confiáveis para garantir segurança e eficácia do tratamento.
A Anvisa continua a alertar a população sobre os perigos de comprar medicamentos sem registro, enfatizando a necessidade de buscar produtos de fontes seguras. A vigilância sanitária é crucial para proteger a população contra potenciais danos à saúde causados por produtos não regulamentados.
Para se manter informado sobre as normas de saúde, recomenda-se acompanhar os canais oficiais da Anvisa e outras plataformas confiáveis de ciência e saúde.
*Reportagem produzida com auxílio de IA